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Nossa missão é assegurar aos nossos clientes a proteção do seu patrimônio, num relacionamento claro e seguro, através de consultorias atualizadas e de parcerias com as maiores Seguradoras do mercado.

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

SUA EMPRESA JÁ ESTÁ NAS REDES SOCIAIS?

SUA EMPRESA JÁ ESTÁ NAS REDES SOCIAIS?

Já pararam para pensar na velocidade da troca de informações hoje em dia?
O tempo para que uma notícia seja compartilhada, curtida ou retwitada é de segundos. As críticas se tornaram públicas, obrigando as empresas a contratarem um profissional apenas para tomar conta de sua participação e atuação na Internet.
A presença de uma empresa na Internet é uma obrigação, tendo em vista o fato de que qualquer tipo de busca, tanto um telefone como um endereço, hoje é feita na Internet.

Já a presença nas redes sociais ainda é dúvida entre alguns gestores.
Não é novidade pra ninguém o fato de que as redes sociais estão transformando a maneira de interação da empresa com o cliente. O marketing de relacionamento tem se mostrado como uma tendência que não pode ser deixada de lado no momento da elaboração do plano de negócios. Um novo cliente hoje se sente muito mais confortável em comprar por uma indicação do que por belíssimos comerciais.
É através das redes sociais que a empresa vai monitorar seu cliente, descobrir o que pensa, acompanhar sua movimentação, sendo sempre atenciosa. Além de poder gerar conteúdo, mostrar diferenciais e promoções.
As ações nas redes não partem apenas da empresa. O cliente é muito mais ativo nesse tipo de mídia. Portanto, o responsável pelas redes deve estar preparado para receber críticas, elogios e sugestões.
Ainda tem dúvidas se sua empresa deveria atuar nas mídias sociais? Se possui dúvidas, ainda não entre. Entre no momento em que tiver certeza do que espera das redes e que está apto a lidar com elas, ou seja, a hora que estiver pronta para se relacionar publicamente com o consumidor 2.0.
Aconteceu comigo:
Recentemente, tive um problema com uma encomenda de determinada empresa. O prazo de entrega já havia expirado em três dias e a empresa não respondia meus e-mails e seu sistema de atendimento online sempre travava.
Encontrei a empresa no Facebook e a cada postagem de uma nova promoção, eu fazia uma pergunta sobre a minha encomenda.
Após três postagens que fiz, percebi que outros clientes começaram a comentar sobre minhas postagens, deixando de lado as promoções da loja.
A página da promoção parecia um chat de reclamações e opiniões negativas.
No dia seguinte, recebi uma ligação da empresa (fato inédito, pois a loja não disponibiliza telefone para clientes). Perguntaram o quê tinha acontecido e sanaram o problema em dois dias.
Enquanto minha reclamação não era pública e não incentivava outros a fazerem o mesmo, não obtive resposta. A partir do momento em que mobilizei uma seqüência de reclamações, a empresa me procurou e resolveu meu problema.
Se ela tivesse dado atenção no começo, teria resolvido o problema antes de se tornar público e da insatisfação de clientes. É um risco que se corre nas redes.

Gabriel Corrêa Santos – São Paulo, Brasil.
Empresário, Bacharel Adm. Pós Graduação Administração de Empresas FGV.
@gabrielcorreas

GLOSSÁRIO DOS TERMOS DE SEGURO - Entenda melhor seu Contrato de Seguro.

ENTENDA MELHOR O SEU CONTRATO DE SEGURO


GLOSSÁRIO



Apólice: documento emitido pela empresa formalizando a aceitação da cobertura solicitada pelo proponente, nos planos individuais, ou pelo estipulante, nos planos coletivos.



Avaria: dano causado ao bem segurado.



Aviso de sinistro: comunicação da ocorrência de um sinistro que o segurado é obrigado a fazer ao segurador assim que tenha dele conhecimento.


Corretor de seguro - Pessoa física ou jurídica legalmente autorizado a contratar seguros no âmbito nacional. Agente responsável perante a legislação vigente em orientar o segurado sobre todas as cláusulas na contratação de um Contrato de Seguro.



Condições gerais: conjunto das cláusulas comuns a todas as modalidades e/ou coberturas de um plano de seguro, que estabelecem as obrigações e os direitos das partes contratantes.



Cosseguro: operação que consiste na repartição de um mesmo risco, de um mesmo segurado, entre duas ou mais seguradoras, que respondem, isoladamente, perante o segurado, pela parcela de responsabilidade que assumiram.



Endosso: documento que configura qualquer alteração no contrato, feito de comum acordo entre o segurado e a seguradora.



Franquia: valor ou percentual expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo indenizável que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.



Indenização: pagamento do prejuízo ao segurado, em caso de sinistro coberto, dentro do limite contratado para a cobertura e de acordo com as condições da apólice.



Prêmio: valor que o segurado e/ou estipulante paga à seguradora para ter direito ao seguro.



Proposta: documento com a declaração dos elementos essenciais do interesse a ser garantido e do risco, em que o proponente, pessoa física ou jurídica, expressa a intenção de contratar o seguro, manifestando pleno conhecimento das condições contratuais.



Resseguro: tipo de pulverização do risco em que o segurador transfere a um ressegurador parte do risco assumido, sendo, em resumo, um seguro do seguro.



Retrocessão: operação feita pelo ressegurador e que consiste na cessão de parte das responsabilidades por ele aceitas a outro, ou outros resseguradores, sendo, em resumo, o resseguro do ressegurador.



Risco: evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das partes contratantes e cuja ocorrência dará direito à indenização descrita na apólice.



Salvado: nos seguros de danos, é o objeto que se consegue resgatar de um sinistro que ainda possui valor econômico.



Segurado: é a pessoa física ou jurídica que, tendo interesse segurável, contrata o seguro, em seu benefício pessoal ou de terceiro. No caso dos seguros de pessoas, é a pessoa física sobre a qual se procederá a avaliação do risco e se estabelecerá o seguro.



Seguro: contrato pelo qual uma das partes se obriga, mediante cobrança de prêmio, a indenizar a outra pela ocorrência de determinados eventos ou por eventuais prejuízos previstos nas condições contratuais. O segurador e o segurado são obrigados a guardar, no contrato de seguro, a mais estrita boa-fé e veracidade a respeito do objeto segurado e das declarações a ele concernentes.



Sinistro: representa a ocorrência do risco coberto, durante o período de vigência do plano de seguro.



SUSEP - Superintendência de Seguros Privados: órgão fiscalizador das operações de seguro, previdência complementar aberta e capitalização.


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa



Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa
(Portal Exame, por: Julia Wiltgen, 24.09.2010)


Despesa pode ser muito baixa em relação aos possíveis estragos; conheça os custos da apólice

Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua casa. É claro que o mercado de seguros ainda tem muito que caminhar no país, mas o custo-benefício do seguro residencial pode compensar, especialmente para quem mora em locais de risco.

Imagine viver em uma casa numa região com grande incidência de vendavais ou alagamentos. Ou então morar em um local onde o fornecimento de energia elétrica não seja muito estável, com picos de luz frequentes. Nesses casos, uma apólice para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena. O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando, quando muito, a 1% desse valor, ao passo que o seguro de carro costuma variar entre 3% e 9% do valor do veículo.

Além disso, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Por exemplo, quem mora em um apartamento no 15º andar certamente não precisa contratar uma cobertura para enchente ou vendaval. Mesmo assim, ao buscar um seguro, o segurado deve ler atentamente as exclusões no contrato, para se certificar de que os eventos que podem lhe ocorrer estão de fato cobertos. Veja o que é e o que não é coberto pelo seguro residencial.

A contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental, e a ajuda de um corretor é aconselhável. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste divulgou neste ano um levantamento avaliando as principais coberturas e o preço de 14 grandes seguradoras. A única que recebeu conceito "bom" foi a Bradesco Seguros, mas nenhuma delas obteve conceito "ruim".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

NOTÍCIAS SOBRE SEGURO

DADOS INTERESSANTES 
Data: 20.09.2010 - Fonte: O Estado de S.Paulo 

Recente pesquisa publicada em São Paulo dá conta de que os roubos e furtos de veículos voltaram a crescer. Como este número já era bastante ruim, na casa de um veículo a cada dois minutos e meio, a piora não acrescenta nada de bom à tranquilidade do cidadão e das companhias de seguros.
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Pelo contrário, o aumento do número de roubos e furtos de veículos aponta na direção do aumento da violência em geral, incluído o altíssimo número de acidentes de trânsito, que também compõe o quadro.
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Com 50 mil mortos em acidentes de trânsito por ano, com a CET fazendo campanha publicitária de conscientização de motoboys e da necessidade da humanização do trânsito paulistano, com a conta do SUS em função do atendimento das vítimas subindo, com o seguro obrigatório de veículos desembolsando cada vez mais dinheiro a título de indenizações, a questão da violência não pode mais ser escondida debaixo do tapete, como fosse de assunto de somenos.
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Para não dizer que é implicância ou má vontade com quem quer que seja, vale lembrar que não estou pegando um tópico pontual. Pelo contrário, o que vem acontecendo no campo do transporte rodoviário de cargas é tão grave que atualmente o número de companhias de seguros que atua no ramo é mínimo e as que operam fazem exigências cada vez mais difíceis de serem cumpridas, tanto pelos donos das cargas, como pelos transportadores, para não falar no preço do seguro, cada vez mais caro.
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E aí não vai nenhuma crítica às seguradoras. Seguro é conta, matemática pura. A operação baseia-se no mutualismo, onde a contribuição de cada um, feita de forma proporcional ao risco, cria um fundo com o qual são pagas as indenizações.
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Na medida em que os sinistros aumentam, as contribuições dos segurados têm que aumentar no mínimo na mesma proporção, sob risco de desequilibrar o mútuo e inviabilizar a atuação da seguradora.
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É um quadro complicado e no qual a interferência da iniciativa privada é muito limitada. Sem que aconteça uma consistente ação do poder público no sentido de coibir o crime organizado, dificilmente haverá qualquer melhora no cenário, começando pelos roubos e furtos de veículos, passando pela desgraça que é o nosso trânsito e acabando nos roubos e furtos em geral, onde, de arrastões em condomínios a assaltos a bancos, vemos de tudo, com frequência cada vez mais assustadora.
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Ao longo dos últimos anos o setor de seguros passa por um momento extremamente positivo, que o coloca entre as atividades empresariais com maior crescimento no país.
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O dado curioso é que os balanços semestrais que estão sendo publicados mostram praticamente todas as seguradoras com resultados inferiores aos alcançados no primeiro semestre do ano passado, o que seria contraditório, já que a economia este ano está muito mais aquecida.
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Mas a explicação é simples e começa pelo escrito acima. A sinistralidade média das seguradoras em operação no Brasil está subindo. Elas estão pagando mais sinistros e isso faz com que o resultado seja afetado.
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Uma companhia de seguros, quando precifica suas apólices, leva em conta, grosso modo, sinistralidade, custos comerciais e administrativos, cessão de resseguro, aplicações financeiras e carga tributária. Se um deles sobe ou desce com mais força o resultado final é impactado, podendo melhorar ou piorar o balanço.
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No caso, o aumento da sinistralidade tem impacto negativo. Mas não é só ele que interferiu no resultado dos balanços. As aplicações financeiras também estão rendendo menos, o que diminui a massa total de dinheiro para custear e remunerar a operação.
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Como as tendências da criminalidade e da remuneração dos ativos financeiros são extremamente negativas, na medida em que o crime cresce e a rentabilidade das aplicações diminui, ainda que o Brasil atravessando um ano com alta taxa de crescimento econômico, não há a menor certeza de até o final do ano as seguradoras revertam o quadro do primeiro semestre e encerrem o exercício com lucro mais alto do que em 2009.