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terça-feira, 28 de setembro de 2010

GLOSSÁRIO DOS TERMOS DE SEGURO - Entenda melhor seu Contrato de Seguro.

ENTENDA MELHOR O SEU CONTRATO DE SEGURO


GLOSSÁRIO



Apólice: documento emitido pela empresa formalizando a aceitação da cobertura solicitada pelo proponente, nos planos individuais, ou pelo estipulante, nos planos coletivos.



Avaria: dano causado ao bem segurado.



Aviso de sinistro: comunicação da ocorrência de um sinistro que o segurado é obrigado a fazer ao segurador assim que tenha dele conhecimento.


Corretor de seguro - Pessoa física ou jurídica legalmente autorizado a contratar seguros no âmbito nacional. Agente responsável perante a legislação vigente em orientar o segurado sobre todas as cláusulas na contratação de um Contrato de Seguro.



Condições gerais: conjunto das cláusulas comuns a todas as modalidades e/ou coberturas de um plano de seguro, que estabelecem as obrigações e os direitos das partes contratantes.



Cosseguro: operação que consiste na repartição de um mesmo risco, de um mesmo segurado, entre duas ou mais seguradoras, que respondem, isoladamente, perante o segurado, pela parcela de responsabilidade que assumiram.



Endosso: documento que configura qualquer alteração no contrato, feito de comum acordo entre o segurado e a seguradora.



Franquia: valor ou percentual expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo indenizável que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.



Indenização: pagamento do prejuízo ao segurado, em caso de sinistro coberto, dentro do limite contratado para a cobertura e de acordo com as condições da apólice.



Prêmio: valor que o segurado e/ou estipulante paga à seguradora para ter direito ao seguro.



Proposta: documento com a declaração dos elementos essenciais do interesse a ser garantido e do risco, em que o proponente, pessoa física ou jurídica, expressa a intenção de contratar o seguro, manifestando pleno conhecimento das condições contratuais.



Resseguro: tipo de pulverização do risco em que o segurador transfere a um ressegurador parte do risco assumido, sendo, em resumo, um seguro do seguro.



Retrocessão: operação feita pelo ressegurador e que consiste na cessão de parte das responsabilidades por ele aceitas a outro, ou outros resseguradores, sendo, em resumo, o resseguro do ressegurador.



Risco: evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das partes contratantes e cuja ocorrência dará direito à indenização descrita na apólice.



Salvado: nos seguros de danos, é o objeto que se consegue resgatar de um sinistro que ainda possui valor econômico.



Segurado: é a pessoa física ou jurídica que, tendo interesse segurável, contrata o seguro, em seu benefício pessoal ou de terceiro. No caso dos seguros de pessoas, é a pessoa física sobre a qual se procederá a avaliação do risco e se estabelecerá o seguro.



Seguro: contrato pelo qual uma das partes se obriga, mediante cobrança de prêmio, a indenizar a outra pela ocorrência de determinados eventos ou por eventuais prejuízos previstos nas condições contratuais. O segurador e o segurado são obrigados a guardar, no contrato de seguro, a mais estrita boa-fé e veracidade a respeito do objeto segurado e das declarações a ele concernentes.



Sinistro: representa a ocorrência do risco coberto, durante o período de vigência do plano de seguro.



SUSEP - Superintendência de Seguros Privados: órgão fiscalizador das operações de seguro, previdência complementar aberta e capitalização.


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa



Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa
(Portal Exame, por: Julia Wiltgen, 24.09.2010)


Despesa pode ser muito baixa em relação aos possíveis estragos; conheça os custos da apólice

Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua casa. É claro que o mercado de seguros ainda tem muito que caminhar no país, mas o custo-benefício do seguro residencial pode compensar, especialmente para quem mora em locais de risco.

Imagine viver em uma casa numa região com grande incidência de vendavais ou alagamentos. Ou então morar em um local onde o fornecimento de energia elétrica não seja muito estável, com picos de luz frequentes. Nesses casos, uma apólice para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena. O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando, quando muito, a 1% desse valor, ao passo que o seguro de carro costuma variar entre 3% e 9% do valor do veículo.

Além disso, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Por exemplo, quem mora em um apartamento no 15º andar certamente não precisa contratar uma cobertura para enchente ou vendaval. Mesmo assim, ao buscar um seguro, o segurado deve ler atentamente as exclusões no contrato, para se certificar de que os eventos que podem lhe ocorrer estão de fato cobertos. Veja o que é e o que não é coberto pelo seguro residencial.

A contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental, e a ajuda de um corretor é aconselhável. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste divulgou neste ano um levantamento avaliando as principais coberturas e o preço de 14 grandes seguradoras. A única que recebeu conceito "bom" foi a Bradesco Seguros, mas nenhuma delas obteve conceito "ruim".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

NOTÍCIAS SOBRE SEGURO

DADOS INTERESSANTES 
Data: 20.09.2010 - Fonte: O Estado de S.Paulo 

Recente pesquisa publicada em São Paulo dá conta de que os roubos e furtos de veículos voltaram a crescer. Como este número já era bastante ruim, na casa de um veículo a cada dois minutos e meio, a piora não acrescenta nada de bom à tranquilidade do cidadão e das companhias de seguros.
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Pelo contrário, o aumento do número de roubos e furtos de veículos aponta na direção do aumento da violência em geral, incluído o altíssimo número de acidentes de trânsito, que também compõe o quadro.
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Com 50 mil mortos em acidentes de trânsito por ano, com a CET fazendo campanha publicitária de conscientização de motoboys e da necessidade da humanização do trânsito paulistano, com a conta do SUS em função do atendimento das vítimas subindo, com o seguro obrigatório de veículos desembolsando cada vez mais dinheiro a título de indenizações, a questão da violência não pode mais ser escondida debaixo do tapete, como fosse de assunto de somenos.
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Para não dizer que é implicância ou má vontade com quem quer que seja, vale lembrar que não estou pegando um tópico pontual. Pelo contrário, o que vem acontecendo no campo do transporte rodoviário de cargas é tão grave que atualmente o número de companhias de seguros que atua no ramo é mínimo e as que operam fazem exigências cada vez mais difíceis de serem cumpridas, tanto pelos donos das cargas, como pelos transportadores, para não falar no preço do seguro, cada vez mais caro.
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E aí não vai nenhuma crítica às seguradoras. Seguro é conta, matemática pura. A operação baseia-se no mutualismo, onde a contribuição de cada um, feita de forma proporcional ao risco, cria um fundo com o qual são pagas as indenizações.
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Na medida em que os sinistros aumentam, as contribuições dos segurados têm que aumentar no mínimo na mesma proporção, sob risco de desequilibrar o mútuo e inviabilizar a atuação da seguradora.
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É um quadro complicado e no qual a interferência da iniciativa privada é muito limitada. Sem que aconteça uma consistente ação do poder público no sentido de coibir o crime organizado, dificilmente haverá qualquer melhora no cenário, começando pelos roubos e furtos de veículos, passando pela desgraça que é o nosso trânsito e acabando nos roubos e furtos em geral, onde, de arrastões em condomínios a assaltos a bancos, vemos de tudo, com frequência cada vez mais assustadora.
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Ao longo dos últimos anos o setor de seguros passa por um momento extremamente positivo, que o coloca entre as atividades empresariais com maior crescimento no país.
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O dado curioso é que os balanços semestrais que estão sendo publicados mostram praticamente todas as seguradoras com resultados inferiores aos alcançados no primeiro semestre do ano passado, o que seria contraditório, já que a economia este ano está muito mais aquecida.
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Mas a explicação é simples e começa pelo escrito acima. A sinistralidade média das seguradoras em operação no Brasil está subindo. Elas estão pagando mais sinistros e isso faz com que o resultado seja afetado.
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Uma companhia de seguros, quando precifica suas apólices, leva em conta, grosso modo, sinistralidade, custos comerciais e administrativos, cessão de resseguro, aplicações financeiras e carga tributária. Se um deles sobe ou desce com mais força o resultado final é impactado, podendo melhorar ou piorar o balanço.
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No caso, o aumento da sinistralidade tem impacto negativo. Mas não é só ele que interferiu no resultado dos balanços. As aplicações financeiras também estão rendendo menos, o que diminui a massa total de dinheiro para custear e remunerar a operação.
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Como as tendências da criminalidade e da remuneração dos ativos financeiros são extremamente negativas, na medida em que o crime cresce e a rentabilidade das aplicações diminui, ainda que o Brasil atravessando um ano com alta taxa de crescimento econômico, não há a menor certeza de até o final do ano as seguradoras revertam o quadro do primeiro semestre e encerrem o exercício com lucro mais alto do que em 2009.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

ABRA O OLHO AO CONTRATAR CARRO RESERVA

Abra o olho ao contratar o carro reserva
(Sincor-RS, 24.08.2010)

Muito cuidado com carro reserva oferecido pela Generali em decorrência de sinistro coberto. Ele não possui seguro. Quando o segurado vai retirar na locadora tem uma surpresa: deve optar entre pagar uma diária para cobertura de apólice  ou sair sem seguro.A cobertura é de R$19,00 por dia.

Quem em sã consciência faz seguro do seu veiculo, contrata cláusula de carro reserva e imagina que a seguradora (que garante seu bem), vai lhe disponibilizar outro sem cobertura securitária?

Nas condições gerais da apólice, item Carro Reserva, consta em negrito alínea G , com uma redação muito precária aos olhos do Código de Defesa doConsumidor que não serão de responsabilidade da seguradora dentre diversos itens "a franquia do seguro contratado pela empresa locadora"

Se a seguradora informa que não é responsável pela franquia, subentende-se que existe um seguro.A locadora informa que sim, seus veículos possuem seguro. Porém os contratos efetuados pela Europ Assistance Brasil Serviços de Assistência S/A, contratada pela Generali, não estão amparados nesta cobertura.

O resultado de tudo isto é desgaste entre corretor/segurado, pois 0a seguradora informa em todos os seus setores que este assunto deve ser tratado entre segurado e locadora.

AIG devolve US$ 4 bi ao governo dos EUA

AIG devolve US$ 4 bi ao governo dos EUA
(Brasil Econômico, 24.08.2010)

A seguradora AIG informou que devolveu US$ 4 bilhões de empréstimos recebidos do Federal Reserve (Fed,o banco central americano)."Esta é mais uma prova do progresso da AIG em devolver o dinheiro aos contribuintes americanos". declarou o presidente e executivo-chefe da companhia, Robert Benmosche. Apesar desse pagamento,a AIG ainda deve mais de U$$ 20 bilhões. Em setembro de 2008, em plena crise financeira o Governo americano emprestou US$ 182 milhões à AIG para evitar o colapso da companhia, assumindo quase 80% de seu controle.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

MERLÂNIO MAIA NO SBT/TAMBAU PROGRAMA CANTOS E CONTOS DOS NONATOS

Caros e caríssimas,




Estarei no PROGRAMA CANTOS E CONTOS, com "OS NONATOS", na TV TAMBAÙ do SBT Nordeste, no próximo Domingo dia 25/07/2010, às 10:00 horas da manhã, declamando e divulgando o meu Livro: "CONTOS, CAUSOS E POESIA DE CHICO AMOR XAVIER".
A vida do Homem chamado Amor chegando às casas de todos os paraibanos.




Confiram!!!
Assistam!!!
Apoiem!!!
Programa Imperdível!!!




Merlânio Maia

quarta-feira, 3 de março de 2010

Se não notificar, tem que indenizar segurado em atraso




Por David Nigri

Renato contratou o seguro automóvel com a Itaú Seguros, recebeu apólice e carnê e pagou a 1ª parcela, mas não pagou a 2ª parcela, pois o carnê de pagamento foi enviado para o Corretor quando deveria ter sido enviado para ele.

Alguns dias após a data de vencimento da segunda parcela, Ricardo sofreu acidente que redundou em dano material, recorreu à Seguradora que negou cobertura sob a justificativa de que ele se encontrava inadimplente.

O Segurado ajuizou ação indenizatória em face da seguradora pleiteando pagamento de sinistro sustentando que não receberá a correspondência advertindo-se que o não pagamento em determinado prazo implicaria em cancelamento da apólice de seguros.

O desembargador Luis Felipe Francisco negou provimento ao recurso da seguradora mantendo a sentença, com o entendimento de que a cláusula que permite cancelamento automático da apólice é nula de pleno direito consoante previsão do art. 51, inciso IV E XI do X do Código de Defesa do Consumidor citando inclusive precedente do STJ.

“Seguro. Cláusula de cancelamento automático do contrato em caso de atraso no pagamento do prêmio Insubsistência em face do código de defesa do consumidor. Ausência de interpelação. Pagamento feito no dia seguinte ao vencimento. É nula (art. 51, inciso IV e XI, do CDC). Pagamento do prêmio efetuado no dia seguinte ao do vencimento. Antes, pois, de interpelação do segurado (Resp nº 316. 449-SP). Recurso especial não conhecido”. (STJ, 4ª Turma, Resp. n.º 275.064/MS, rel. Min. Barros Monteiro, j. 20/02/03, DJU 14/04/03, pag. 225).
E complementa o supracitado desembargador “Para que fosse admitido o cancelamento do contrato mister previamente fosse interpelado judicial ou extrajudicialmente o segurado acerca do inadimplemento, a fim de que lhe fosse oportunizado purgar a mora, o que não ocorreu”.

Situação similar ocorreu com Nilza que pagava o seguro por débito automático até que por motivos alheio a sua vontade o pagamento não foi efetuado e na ocorrência do sinistro teve a cobertura negada pela Real Seguros.

O desembargador assim se pronunciou:
“O C. Superior Tribunal de Justiça já pacificou o entendimento de que a cláusula de cancelamento automático do contrato de seguro pelo inadimplemento é nula, necessitando da interpelação do segurado a fim de ser o mesmo constituído em mora. Nesse sentido os seguintes julgados: “CIVIL – SEGUROS – AUTOMÓVEL – ATRASO DE PRESTAÇÕES – MORA – CARACTERIZAÇÃO – CANCELAMENTO AUTOMÁTICO DA COBERTURA – IMPOSSIBILIDADE – Para que se caracterize mora no pagamento de prestações relativas ao prêmio é necessária a interpelação, do segurado. Mero atraso não basta, para desconstituir a relação contratual” (Resp 318.408/SP, Rel. Ministro Humberto Gomes de Barros, Terceira Turma, julgado em 06.09.2005, DJ 10.10.2005 p. 355).

“CONTRATO DE SEGURO DE VIDA EM GRUPO. LEGITIMIDADE PASSIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA PERTENCENTE AO MESMO GRUPO ECONÔMICO DA SEGURADORA. ATRASO NO PAGAMENTO DO PRÊMIO. CANCELAMENTO AUTOMÁTICO DO CONTRATO. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE INTERPELAÇÃO DO SEGURADO PARA CONSTITUÍ-LO EM MORA.
I – Detém legitimidade passiva para responder à ação de cobrança proposta pelos beneficiários do segurado, o banco líder do grupo econômico a que pertence a companhia seguradora, já que utilizou de sua logomarca, do seu prestígio e de suas instalações, além de seus próprios empregados, para celebração do contrato de seguro.
Precedentes.
II – “O mero atraso no pagamento de prestação do prêmio do seguro não importa em desfazimento automático do contrato, para o que se exige, ao menos, a prévia constituição em mora do contratante pela seguradora, mediante interpelação”. (Resp. 316.449/SP DJ 12.04.2004).
Recurso não conhecido. (Resp 434.865/RO, Rel. Ministro Castro Filho, Terceira Turma, julgado em 13.09.2005, DJ 10.10.2005 p. 355)
“DIREITO CIVIL. CONTRATO DE SEGURO. ATRASO NO PAGAMENTO DA PARCELA DO PRÊMIO. INEXISTÊNCIA DE INTERPELAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO EM MORA. COBERTURA DE VIDA.”
“O mero atraso no pagamento de prestação do prêmio do seguro não importa em desfazimento automático do contrato, para que se exige, ao menos, a prévia constituição em mora do contratante pela seguradora, mediante interpelação”. (2ª seção, Resp 316.552/SP, Rel. Ministro Aldir Passarinho Junior, julgado em 09.10.2002).
“Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, provido”. (Resp 567.322/SP, Rel. Ministro César Asfor Rocha, Quarta Turma, julgado em 18.11.2003, DJ 19.04.2004 p. 207).

Com base nessas informações o Corretor deve ficar atento. Se a seguradora negar cobertura, não se dê por vencido. Oriente o cliente a buscar a justiça que tarda mais não falha.

Fonte: JNS – Jornal Nacional de Seguros, Ano 17, nº 210, páginas 02 e 03, Janeiro/2010.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

AS SEGURADORAS E OS CARROS ALAGADOS





Seguradoras atendem 5 mil casos de carros alagados em janeiro em SP

Data: 09.02.2010 - Fonte: G1, com informações do SPTV


Aumento é de 80% em relação a janeiro de 2009.
Cerca de 2.500 não puderam ser recuperados.

Os quase 50 dias de temporais provocaram um aumento do número de carros considerados perdidos pelas seguradoras. Cerca de 2.500 não puderam ser recuperados. E quando o estrago tem conserto, a conta é de abalar qualquer orçamento.

O conserto de carros atingidos pelas enchentes em uma oficina mecânica aumentou 20% em apenas um mês. E arrumar um carro que ficou debaixo d'água não sai nada barato.



“Hoje, na faixa de R$ 4 mil. Tem retífica, troca de peças, anel, pistão, bomba de óleo, de junta, tudo mais. Tem que se mexer em banco, carpetes, em portas”, disse o mecânico Walter Santos.

Isso sem contar o desespero do motorista, que viveu a situação em várias regiões da cidade. Carros que quase sumiam na água ou cobertos por árvores caídas.

O seguro total cobre danos provocados pelas chuvas e pelos ventos fortes. Em janeiro, as seguradoras atenderam cinco mil casos desse tipo na capital, um aumento de 80%, comparando com janeiro do ano passado. Mas o motorista precisa ficar atento para não perder os direitos de cobertura.

“Em todos os casos aonde a água pegar o veículo está coberto, a seguradora paga. Agora, se ele enfrentar a água, ele for de encontro popositalmente aonde os outros não estão indo, se a seguradora souber, ela não vai pagar esse acidente. E também não deve retirar o veículo do local, porque senão vai parecer que é uma fraude”, afirmou Leôncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros.



Se o preço do conserto ultrapassar 75% do valor do carro, a seguradora considera perda total e aí nem precisa ir para a oficina: o dono recebe outro veículo. Foi o que aconteceu em quase a metade dos casos atendidos de quem tinha seguro e ficou no meio do temporal.

Segundo o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo, tantas ocorrências devem inflacionar o mercado, o que deverá se refletir no aumento do preço do seguro. Se o carro for atingido por uma árvore ou um raio, o seguro também pode ser acionado.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ABRIR MÃO PARA PAGAR MENOS



Quer economizar na hora de assinar a apólice? Saiba o que você pode fazer para baixar o preço do seguro
POR CLÁUDIO GRADILONE | FOTO GUSTAVO FERRI

Procurar o melhor negócio e perguntar sempre se é possível pagar menos. Ao seguir essas recomendações simples, a especialista em importação Flavia Felgueiras economizou quase 2000 reais ao fazer o seguro do seu New Beetle 2008. O recurso foi simples: Flavia optou por elevar o valor da franquia e obteve um belo desconto no prêmio. Mágica? Não, estatística. O preço de um seguro, chamado prêmio, é calculado pela probabilidade de ocorrer um acidente, tecnicamente chamado de sinistro. Dados como perfil do segurado, localização e utilização do veículo são preponderantes na hora de definir o preço do seguro. Alguns detalhes não podem ser mudados. Idade, por exemplo. Os seguros sempre serão mais salgados para motoristas com idade entre 18 e 25 anos. Além de serem mais jovens e estatisticamente mais dispostos a dirigir perigosamente, esses motoristas em geral estudam e, para piorar a situação, as redondezas de universidades são consideradas pontos críticos pelas seguradoras, por serem áreas de alta incidência de furtos de veículos.

Entretanto o segurado não precisa se conformar com o que as companhias oferecem, e pode conseguir pagar menos se souber negociar antes de assinar o contrato. Algumas empresas oferecem bons descontos a quem instalar equipamentos que protejam o carro de roubos, como rastreadores e dispositivos que impedem que o carro seja ligado.

Outro recurso, se o carro for dividido por um casal, é fazer o seguro no nome dela. “As estatísticas provam que as mulheres são mais cautelosas ao dirigir, por isso as seguradoras cobram menos”, diz o consultor Anderson Tonhato, da Stremo Consultoria.

Foi o que fez Flavia, ao perceber que o seguro no nome do marido custaria bem mais caro. “Não fazsentido, pois os dois dirigem o carro quase na mesma proporção”, diz ela. Mesmo não fazendo sentido, é assim que o mercado funciona, e Flavia aproveitou as regras do jogo para economizar.

Outro recurso é pedir para a seguradora elevar o valor da franquia, que é paga pelo segurado somente em caso de sinistro. Ela funciona como uma garantia de que o segurado não vai mandar o automóvel para a funilaria à custa da seguradora toda vez que alguém encostar no para-choque no estacionamento do supermercado. Ao aumentar o valor da franquia, o segurado praticamente se obriga a reparar por conta própria acidentes que provocarem danos leves ou médios.

No caso de Flavia, essa decisão cortou drasticamente os gastos. A franquia sugerida pela seguradora na apólice de seu New Beetle era de cerca de 2000 reais, e o seguro custaria 3700 reais. O carro era zeroquilômetro e era sua primeira apólice, então não adiantava pensar em bônus de renovação.

Menos pode ser menos Flavia e o marido já haviam se conformado com a despesa quando se lembraram de outra corretora de seguros que os atendia no passado. “Telefonamos e, quando explicamos o problema, ela sugeriu aumentar a franquia”, diz Flavia. Elevando o valor para 5000 reais, o seguro caiu para cerca de 1700 reais, o que representou uma economia de 55%.

Baixar a apólice em 2 000 reais com apenas um telefonema tem um custo, que muitas vezes não é percebido pelo segurado. Ao fazer isso, o segurado está abrindo mão de uma parte da proteção a que teria direito se pagasse mais. Assim, em vez de poder contar com a seguradora em pequenos e médios acidentes, o segurado terá de se conformar em pagar tais consertos do próprio bolso.

Quando vale a pena pedir para aumentar a franquia? A recomendação dos especialistas é analisar o próprio perfil de riscos. Os casos mais indicados são aqueles em que a probabilidade de acidentes é menor. Quem usa pouco o carro, dirige com cuidado e sempre estaciona em garagens fechadas pode correr um pouco mais de risco e economizar na hora do seguro. Já os motoristas que usam o carro por mais tempo, estão sempre na rua, trafegando por regiões onde a probabilidade de um acidente é maior, deveriam optar por pagar mais caro e ter mais proteção.

“O preço é importante, mas não deve ser o único fator de decisão”, diz Tonhato. “O segurado pode fazer um seguro para não precisar usá-lo, mas tem de pensar nos problemas que terá se o sinistro ocorrer e se a cobertura for insuficiente.”

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

VOLKSWAGEN CAMINHÕES UNE-SE AO GRUPO MAN




Em 2009, a Volkswagen Caminhões e Ônibus, líder de vendas de caminhões no Brasil, passou a fazer parte do Grupo MAN - uma das maiores empresas do mundo no setor de transportes. Com isso, surgiu a MAN Latin America e o resultado dessa operação não poderia ter sido melhor:
• Líder absoluta de vendas de caminhões (acima de 3,5 toneladas)¹
• Líder de vendas de caminhões pelo 7º ano consecutivo (acima de 5 toneladas)²
• Maior fabricante de caminhões do Brasil³
• Fabricante do caminhão mais vendido do país: VW Constellation 24-250
• Campeã de marcas e pilotos na Fórmula Truck
• Empresa de maior prestígio no setor de caminhões e ônibus
• O melhor pós-venda na opinião do cliente
É com todas essas conquistas e responsabilidades, que a MAN Latin America inicia 2010
pronta para os novos desafios e confiante em oferecer os melhores produtos e serviços
no mercado de caminhões e ônibus.
Fontes: ¹²³ Anfavea. Revista Época Negócios dez/09. Pesquisa conduzida pela TNS International Research.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

CHARGE DO AMARILDO



Peguei no Blog do Noblat, pois achei um mimo para o nosso universo do Seguro: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/01/05/charge-amarildo-254701.asp