NOSSOS PRODUTOS:

CONTRATAMOS TODOS OS TIPOS DE SEGURO

PEÇA JÁ SUA COTAÇÃO!


MERLANIO CORRETORA DE SEGUROS E PREVIDÊNCIA LTDA

NOSSA MISSÃO:

Nossa missão é assegurar aos nossos clientes a proteção do seu patrimônio, num relacionamento claro e seguro, através de consultorias atualizadas e de parcerias com as maiores Seguradoras do mercado.

Pesquisar este blog

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

VENDA CASADA? XÔ SATANÁS!

Idec se manifesta contra a venda casada
(Sincor-RS, 26.10.2010)

Diante de inúmeras reclamações contra as operadoras de cartões de crédito, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) enviou ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, uma lista com sugestões de mudanças nas ações dessas empresas. Uma das propostas é impedir expressamente a venda casada de seguros, com imposição de multa no caso de verificação da prática.

O Sincor-ES encara com simpatia a idéia do Idec, que compreendeu ser a venda casada um ato ilegal e que atropela o Código de Defesa do Consumidor.

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Espírito Santo sugere que a medida seja estendida aos bancos comerciais que insistem em vender seus serviços, junto com uma apólice qualquer de seguros.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

NOTÍCIAS SOBRE SEGURO

Seguradora terá de pagar indenização por seguro de vida e acidentes pessoais a portador de glaucoma
(Andreane Faria Xavier de Matos, 26.10.2010)

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve ação de execução contra a Unibanco AIG Seguros em que o autor, portador de glaucoma, busca executar um contrato de seguro de vida e acidentes pessoais. Seguindo o voto do relator, ministro Sidnei Beneti, os ministros rejeitaram o recurso da seguradora, que foi multada devido à apresentação de recursos que teriam o objetivo de retardar o pagamento.

No curso da ação, a seguradora apresentou exceção de pré-executividade (forma de defesa em que o executado sustenta vícios processuais e materiais), alegando inexistência do título e prescrição. Mas os argumentos foram rejeitados em primeiro e segundo graus.

No recurso ao STJ, a seguradora argumentou que o artigo 585, inciso III, do Código de Processo Civil considera como título executivo judicial apenas os contratos de seguro com cobertura contra morte e incapacidade decorrente de acidente pessoal. Sustentou que não é o caso dos autos, que trata de incapacidade decorrente de doença, e não de acidente. Também alegou que o pedido de indenização estaria prescrito porque não teria sido feito no prazo de um ano contado da ciência da enfermidade.

O ministro Sidnei Beneti destacou que a discussão sobre as causas do glaucoma exige produção de provas, o que é inviável em exceção de pré-executividade. Quanto à prescrição, o relator apontou que a jurisprudência do STJ estabelece que o prazo prescricional inicia-se na data em que o segurado toma conhecimento de sua incapacidade definitiva. O prazo é suspenso na data de apresentação do requerimento administrativo e volta a fluir no dia em que o segurado é intimado da recusa da seguradora em conceder a indenização.

De acordo com o processo, a doença foi atestada em abril de 2005. O requerimento administrativo foi apresentado, e negado, em julho do mesmo ano. A ação de execução, por sua vez, foi proposta cinco meses depois. Dessa forma, o relator verificou que não ocorreu a prescrição.

Sobre a multa imposta em razão de embargos considerados protelatórios, o ministro Beneti observou que a contestação é embasada apenas na alegação de ofensa ao artigo 93, inciso IX, da Constituição Federal. O argumento não pode ser apreciado em recurso especial, destinado ao enfrentamento apenas de questões infraconstitucionais.

NOTÍCIAS SOBRE SEGURO = PREVIDÊNCIA DEVE RESPEITAR A NOVA REALIDADE DO PAÍS

Previdência deve respeitar a nova realidade do país
(Valor Econômico, 25.10.2010)

O ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, garantiu, em recente entrevista, que a situação previdenciária do Brasil não chegará ao ponto que está sendo visto hoje na França, paralisada por uma série de greves contra a proposta do governo francês de elevar a idade mínima para aposentadoria em dois anos. Segundo ele, os países europeus não modernizaram as regras da Previdência acompanhando o desenvolvimento da sociedade. "É preciso planejamento", disse o ministro, dando a entender que tal planejamento existiria no Brasil. Infelizmente, os fatos não confirmam a visão otimista do ministro.

Em primeiro lugar, a cobertura previdenciária no Brasil não é universal. Mais de 30% dos trabalhadores brasileiros não possuem nenhum tipo de proteção social, o que talvez seja o melhor indicador da injustiça e das desigualdades que ainda marcam o quadro social de nosso país. Um dos obstáculos à ampliação da cobertura, como o próprio governo já diagnosticou repetidas vezes, é o elevado custo para a contratação de um trabalhador com carteira assinada.

O atual governo chegou a propor a redução desse custo, com a diminuição em seis pontos percentuais da contribuição patronal ao INSS. A proposta foi incluída em um projeto de reforma tributária, mas a iniciativa não prosperou.

Há 15 anos, o governo começou a mudar as regras do sistema previdenciário brasileiro, historicamente marcado por normas e privilégios que tornavam o regime insustentável do ponto de vista atuarial, como era o caso do direito que as pessoas tinham de acumular várias aposentadorias ou de se aposentar precocemente, alguns até mesmo aos 38 anos de idade. Vários desses absurdos foram corrigidos, mas, até agora, não foi possível instituir uma idade mínima para as aposentadorias concedidas no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), critério utilizado por quase todos os países que possuem sistemas previdenciários.

O trabalhadores foram às ruas na França contra a proposta do governo Sarkozy de elevar em dois anos a idade mínima para requerer aposentadoria, passando-a de 60 anos para 62 anos, e de aumentar de 65 para 67 anos a idade para aposentadoria integral. No Brasil, para os trabalhadores da iniciativa privada, o critério ainda é o tempo de contribuição, de 35 anos para os homens e de 30 anos para as mulheres.

É preciso observar também que o sistema previdenciário brasileiro privilegia os funcionários públicos, que têm regras muito mais generosas que os trabalhadores da iniciativa privada. O atual governo tentou igualar as regras dos servidores com aquelas válidas para o RGPS, com o estabelecimento de um teto máximo para as aposentadorias igual ao do INSS, estabelecendo a possibilidade de que os interessados pudessem complementar os valores com contribuições a um fundo de pensão.

Embora tenha conseguido aprovar uma emenda constitucional que autoriza as alterações pretendidas, fracassou ao tentar regulamentar esse preceito por lei ordinária, curvando-se aos vários lobbies dos servidores que atuam no Congresso Nacional.

A mudança na França está sendo forçada pelo envelhecimento da população, pois, afortunadamente, as pessoas estão vivendo cada vez mais, o que eleva o custo de manutenção das aposentadorias e pensões. Fenômeno demográfico semelhante ocorre no Brasil, fruto da redução da mortalidade e da diminuição da fecundidade.

As pessoas estão vivendo mais e as mulheres estão tendo menos filhos. Esse fenômeno projeta sérias dificuldades futuras para o sistema previdenciário brasileiro e as regras devem ser ajustadas a essa nova realidade do país.

O Brasil terá uma "janela demográfica" para resolver o problema de financiamento de seu sistema previdenciário. As projeções do IBGE indicam que os brasileiros com mais de 65 anos serão 13,3% da população em 2030. Hoje, representam 6,8%. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que a população em idade ativa deverá crescer até 2030. Depois, diminuirá.

As autoridades precisam, portanto, encaminhar propostas ao Congresso, pois o tempo ainda está a nosso favor. E não devem dar ouvidos àqueles que não querem mudanças e, por isso, propõem utilizar as riquezas do pré-sal para financiar o sistema previdenciário. O dinheiro do pré-sal deve ser usado para garantir o futuro das novas gerações, com investimentos maciços em educação, cultura e ciência e tecnologia.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A FÁBULA DO REI E SUAS QUATRO ESPOSAS

A fábula do rei e suas 4 esposas

Era uma vez... um rei que tinha 4 esposas.

Ele amava a 4ª esposa demais, e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos.

Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.

Ele também amava sua 2ª esposa.

Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela para atravessar esses tempos de dificuldade.

A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso, ele e o reino.

Mas, ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.

Um dia, o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.

Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:

É, agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, com quantas poderei contar?

Então, ele perguntou à 4ª esposa:

Eu te amei tanto, querida, te cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu te amava cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

De jeito nenhum! respondeu a 4ª esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.

A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.

Tristemente, o rei então perguntou para a 3ª esposa:

Eu também te amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?

Não!!!, respondeu a 3ª esposa. A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é casar de novo.

O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.

Ele perguntou então à 2ª esposa:

Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda, e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?

Sinto muito, mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede! respondeu a 2ª esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você!

Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei, e mais uma vez ele ficou arrasado.

Daí, então, uma voz se fez ouvir:

Eu partirei com você e o seguirei por onde você for...

O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida...

Com o coração partido, o rei falou:

Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia...

___________________

Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...

Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.
Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos...

Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.

Nossa 2ª esposa são nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar...

E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA, muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso Ego...

Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa aonde formos...

Então,

Cultive,

Fortaleça,

Bendiga,

Enobreça,

sua Alma, agora!!!

Deixe-a brilhar!!!

É o maior presente que você pode dar ao mundo... e a si mesmo.

SE EU MORRER, A MULHER QUE SE VIRE!...por Merlânio Maia

- Se eu morrer, a mulher que se vire!... Não estou aqui para sustentar Ricardão!

Foi a frase que ouvi de um sargento da polícia daqui do meu estado.

Nessa época, eu gerenciava uma congênere da Porto, então saí da minha sala e fui direto ao sargento, com educação e franqueza lhe perguntei:

- O senhor vive numa atividade de risco alto, não é?

- Sim, sou policial!

- Pois bem, o senhor já imaginou os benefícios deste seguro para a sua vida? Não falo de morte, mas de sobrevivência. Não falo em sua família, mas no senhor. Já imaginou o quanto é bom saber que numa hora difícil, depois de um acidente que causasse a paralisia, ter uma indenização de R$ 200.000,00, com condições de se tratar, de melhorar, de ter a família mais equilibrada e não desesperada com seu acidente?!

- Não. Não tinha pensado nisso.

- Pois bem, eu disse, somente com um seguro deste tipo o senhor teria a tranqüilidade numa hora dessa. Porque um homem numa cadeira de rodas com condições financeiras para se tratar e reorganizar a família é uma coisa e outra bem diferente é este mesmo homem, nessas mesmas condições, sem dinheiro e ainda na dependência financeira da família.

- Sabe que o senhor tem razão? Disse o policial.

Sem falar mais nada, pegou a proposta que ainda estava na mesa e assinou e ainda me agradeceu.

Não falo em morte quando contrato seguros, mas em VIDA e vida plena, como dizia Jesus.

Abraço em todos.

Merlânio Maia

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SEGURO DE AUTOMÓVEL


SEGURO DE AUTOMÓVEL
'Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. .. 

Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões 
que fazem a 
Fiesta , nessa Honda de assaltos!!! 
A Marea
 está Brava ! 
Quem não segura o seu automóvel, pode se 
Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Rangeros dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando aStrada e perguntando: 
- Kadett
 meu carro ??????. 
Faz a maior 
Siena e fica Palio de nervoso !!! 
Aí, vai rezar um terço para 
Santanaajudar... 
Mas isto não 
Elba stante para ter seu carro de volta ! 
Seguro é o 
Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final !!!
O seguro é um Prêmio
 para quem o faz !!!
Tempra 
todo veículo. Tem Parati também. 
E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas
Variant es... 
Afinal 
Quantum mais opções, melhor ! 
Você vai ver que o nosso seguro é legal as 
Pampa ... 
Por isso, ele o 
Fusca os demais, e vai marcar um Golna hora do Accord !!! 
Não deixe o prazo 
Passat !... Monza obra ! 
Venha 
Logus ! Estamos Kombi nados??? 
Espero seu contato... 
Visite nossa agência e se 
Accent na frente doGalant , que é o nosso gerente! 
P.S. : Não se esqueça de levar o 
Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo umDiplomata de Classe A . 
Mas, não deixe de olhar todos os
Topic do contrato... 
Somos bem melhores 
Kia concorrência e se você perder estaXantia, vai se Corsa todo de raiva, o Ka ??? 
Com nosso seguro, você pode passar um 
Weekendtranqüilo, fazendo um Céu pela praia de Ipanemaque, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia deEclipse , você não terá problema... 
Temos nossa 
Suprema garantia de pagamento em prazo recorde !!! 
Não precisa 
D20 dias, como outros que tem por aí... 
Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu 
A10 dias, S10 se, nós pagaríamos antes até !!! 
Você pode estar em qualquer lugar, de um 
Polo ao outro, que nós damos a assistência que precisar !!! 
E só 
Scania os documentos e mandar por e-mail mesmo ! 
Faça seguro! É 
Clarus que é bom!
Boa Voyage e Pointer final.

OBS : Se você achou este texto interessante, Cherokee
 e Mondeopara seus amigos...

 
Não é uma boa Idea?
Celta mente é......

terça-feira, 28 de setembro de 2010

SUA EMPRESA JÁ ESTÁ NAS REDES SOCIAIS?

SUA EMPRESA JÁ ESTÁ NAS REDES SOCIAIS?

Já pararam para pensar na velocidade da troca de informações hoje em dia?
O tempo para que uma notícia seja compartilhada, curtida ou retwitada é de segundos. As críticas se tornaram públicas, obrigando as empresas a contratarem um profissional apenas para tomar conta de sua participação e atuação na Internet.
A presença de uma empresa na Internet é uma obrigação, tendo em vista o fato de que qualquer tipo de busca, tanto um telefone como um endereço, hoje é feita na Internet.

Já a presença nas redes sociais ainda é dúvida entre alguns gestores.
Não é novidade pra ninguém o fato de que as redes sociais estão transformando a maneira de interação da empresa com o cliente. O marketing de relacionamento tem se mostrado como uma tendência que não pode ser deixada de lado no momento da elaboração do plano de negócios. Um novo cliente hoje se sente muito mais confortável em comprar por uma indicação do que por belíssimos comerciais.
É através das redes sociais que a empresa vai monitorar seu cliente, descobrir o que pensa, acompanhar sua movimentação, sendo sempre atenciosa. Além de poder gerar conteúdo, mostrar diferenciais e promoções.
As ações nas redes não partem apenas da empresa. O cliente é muito mais ativo nesse tipo de mídia. Portanto, o responsável pelas redes deve estar preparado para receber críticas, elogios e sugestões.
Ainda tem dúvidas se sua empresa deveria atuar nas mídias sociais? Se possui dúvidas, ainda não entre. Entre no momento em que tiver certeza do que espera das redes e que está apto a lidar com elas, ou seja, a hora que estiver pronta para se relacionar publicamente com o consumidor 2.0.
Aconteceu comigo:
Recentemente, tive um problema com uma encomenda de determinada empresa. O prazo de entrega já havia expirado em três dias e a empresa não respondia meus e-mails e seu sistema de atendimento online sempre travava.
Encontrei a empresa no Facebook e a cada postagem de uma nova promoção, eu fazia uma pergunta sobre a minha encomenda.
Após três postagens que fiz, percebi que outros clientes começaram a comentar sobre minhas postagens, deixando de lado as promoções da loja.
A página da promoção parecia um chat de reclamações e opiniões negativas.
No dia seguinte, recebi uma ligação da empresa (fato inédito, pois a loja não disponibiliza telefone para clientes). Perguntaram o quê tinha acontecido e sanaram o problema em dois dias.
Enquanto minha reclamação não era pública e não incentivava outros a fazerem o mesmo, não obtive resposta. A partir do momento em que mobilizei uma seqüência de reclamações, a empresa me procurou e resolveu meu problema.
Se ela tivesse dado atenção no começo, teria resolvido o problema antes de se tornar público e da insatisfação de clientes. É um risco que se corre nas redes.

Gabriel Corrêa Santos – São Paulo, Brasil.
Empresário, Bacharel Adm. Pós Graduação Administração de Empresas FGV.
@gabrielcorreas

GLOSSÁRIO DOS TERMOS DE SEGURO - Entenda melhor seu Contrato de Seguro.

ENTENDA MELHOR O SEU CONTRATO DE SEGURO


GLOSSÁRIO



Apólice: documento emitido pela empresa formalizando a aceitação da cobertura solicitada pelo proponente, nos planos individuais, ou pelo estipulante, nos planos coletivos.



Avaria: dano causado ao bem segurado.



Aviso de sinistro: comunicação da ocorrência de um sinistro que o segurado é obrigado a fazer ao segurador assim que tenha dele conhecimento.


Corretor de seguro - Pessoa física ou jurídica legalmente autorizado a contratar seguros no âmbito nacional. Agente responsável perante a legislação vigente em orientar o segurado sobre todas as cláusulas na contratação de um Contrato de Seguro.



Condições gerais: conjunto das cláusulas comuns a todas as modalidades e/ou coberturas de um plano de seguro, que estabelecem as obrigações e os direitos das partes contratantes.



Cosseguro: operação que consiste na repartição de um mesmo risco, de um mesmo segurado, entre duas ou mais seguradoras, que respondem, isoladamente, perante o segurado, pela parcela de responsabilidade que assumiram.



Endosso: documento que configura qualquer alteração no contrato, feito de comum acordo entre o segurado e a seguradora.



Franquia: valor ou percentual expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo indenizável que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.



Indenização: pagamento do prejuízo ao segurado, em caso de sinistro coberto, dentro do limite contratado para a cobertura e de acordo com as condições da apólice.



Prêmio: valor que o segurado e/ou estipulante paga à seguradora para ter direito ao seguro.



Proposta: documento com a declaração dos elementos essenciais do interesse a ser garantido e do risco, em que o proponente, pessoa física ou jurídica, expressa a intenção de contratar o seguro, manifestando pleno conhecimento das condições contratuais.



Resseguro: tipo de pulverização do risco em que o segurador transfere a um ressegurador parte do risco assumido, sendo, em resumo, um seguro do seguro.



Retrocessão: operação feita pelo ressegurador e que consiste na cessão de parte das responsabilidades por ele aceitas a outro, ou outros resseguradores, sendo, em resumo, o resseguro do ressegurador.



Risco: evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das partes contratantes e cuja ocorrência dará direito à indenização descrita na apólice.



Salvado: nos seguros de danos, é o objeto que se consegue resgatar de um sinistro que ainda possui valor econômico.



Segurado: é a pessoa física ou jurídica que, tendo interesse segurável, contrata o seguro, em seu benefício pessoal ou de terceiro. No caso dos seguros de pessoas, é a pessoa física sobre a qual se procederá a avaliação do risco e se estabelecerá o seguro.



Seguro: contrato pelo qual uma das partes se obriga, mediante cobrança de prêmio, a indenizar a outra pela ocorrência de determinados eventos ou por eventuais prejuízos previstos nas condições contratuais. O segurador e o segurado são obrigados a guardar, no contrato de seguro, a mais estrita boa-fé e veracidade a respeito do objeto segurado e das declarações a ele concernentes.



Sinistro: representa a ocorrência do risco coberto, durante o período de vigência do plano de seguro.



SUSEP - Superintendência de Seguros Privados: órgão fiscalizador das operações de seguro, previdência complementar aberta e capitalização.


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa



Seguro residencial: saiba por que o custo-benefício compensa
(Portal Exame, por: Julia Wiltgen, 24.09.2010)


Despesa pode ser muito baixa em relação aos possíveis estragos; conheça os custos da apólice

Se o brasileiro é apaixonado por carro, também é obcecado pela compra da casa própria. Mas sem dúvida é mais fácil conhecer quem contrate seguro de carro do que alguém que tenha uma apólice para a sua casa. É claro que o mercado de seguros ainda tem muito que caminhar no país, mas o custo-benefício do seguro residencial pode compensar, especialmente para quem mora em locais de risco.

Imagine viver em uma casa numa região com grande incidência de vendavais ou alagamentos. Ou então morar em um local onde o fornecimento de energia elétrica não seja muito estável, com picos de luz frequentes. Nesses casos, uma apólice para cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa pode valer muito a pena. O custo de um seguro-residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando, quando muito, a 1% desse valor, ao passo que o seguro de carro costuma variar entre 3% e 9% do valor do veículo.

Além disso, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Por exemplo, quem mora em um apartamento no 15º andar certamente não precisa contratar uma cobertura para enchente ou vendaval. Mesmo assim, ao buscar um seguro, o segurado deve ler atentamente as exclusões no contrato, para se certificar de que os eventos que podem lhe ocorrer estão de fato cobertos. Veja o que é e o que não é coberto pelo seguro residencial.

A contratação de um seguro residencial deve ser feita em uma seguradora que alie um número razoável de coberturas suficientemente amplas a um bom preço. Para isso, pesquisa é fundamental, e a ajuda de um corretor é aconselhável. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste divulgou neste ano um levantamento avaliando as principais coberturas e o preço de 14 grandes seguradoras. A única que recebeu conceito "bom" foi a Bradesco Seguros, mas nenhuma delas obteve conceito "ruim".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

NOTÍCIAS SOBRE SEGURO

DADOS INTERESSANTES 
Data: 20.09.2010 - Fonte: O Estado de S.Paulo 

Recente pesquisa publicada em São Paulo dá conta de que os roubos e furtos de veículos voltaram a crescer. Como este número já era bastante ruim, na casa de um veículo a cada dois minutos e meio, a piora não acrescenta nada de bom à tranquilidade do cidadão e das companhias de seguros.
=
Pelo contrário, o aumento do número de roubos e furtos de veículos aponta na direção do aumento da violência em geral, incluído o altíssimo número de acidentes de trânsito, que também compõe o quadro.
=
Com 50 mil mortos em acidentes de trânsito por ano, com a CET fazendo campanha publicitária de conscientização de motoboys e da necessidade da humanização do trânsito paulistano, com a conta do SUS em função do atendimento das vítimas subindo, com o seguro obrigatório de veículos desembolsando cada vez mais dinheiro a título de indenizações, a questão da violência não pode mais ser escondida debaixo do tapete, como fosse de assunto de somenos.
=
Para não dizer que é implicância ou má vontade com quem quer que seja, vale lembrar que não estou pegando um tópico pontual. Pelo contrário, o que vem acontecendo no campo do transporte rodoviário de cargas é tão grave que atualmente o número de companhias de seguros que atua no ramo é mínimo e as que operam fazem exigências cada vez mais difíceis de serem cumpridas, tanto pelos donos das cargas, como pelos transportadores, para não falar no preço do seguro, cada vez mais caro.
=
E aí não vai nenhuma crítica às seguradoras. Seguro é conta, matemática pura. A operação baseia-se no mutualismo, onde a contribuição de cada um, feita de forma proporcional ao risco, cria um fundo com o qual são pagas as indenizações.
=
Na medida em que os sinistros aumentam, as contribuições dos segurados têm que aumentar no mínimo na mesma proporção, sob risco de desequilibrar o mútuo e inviabilizar a atuação da seguradora.
=
É um quadro complicado e no qual a interferência da iniciativa privada é muito limitada. Sem que aconteça uma consistente ação do poder público no sentido de coibir o crime organizado, dificilmente haverá qualquer melhora no cenário, começando pelos roubos e furtos de veículos, passando pela desgraça que é o nosso trânsito e acabando nos roubos e furtos em geral, onde, de arrastões em condomínios a assaltos a bancos, vemos de tudo, com frequência cada vez mais assustadora.
=
Ao longo dos últimos anos o setor de seguros passa por um momento extremamente positivo, que o coloca entre as atividades empresariais com maior crescimento no país.
=
O dado curioso é que os balanços semestrais que estão sendo publicados mostram praticamente todas as seguradoras com resultados inferiores aos alcançados no primeiro semestre do ano passado, o que seria contraditório, já que a economia este ano está muito mais aquecida.
=
Mas a explicação é simples e começa pelo escrito acima. A sinistralidade média das seguradoras em operação no Brasil está subindo. Elas estão pagando mais sinistros e isso faz com que o resultado seja afetado.
=
Uma companhia de seguros, quando precifica suas apólices, leva em conta, grosso modo, sinistralidade, custos comerciais e administrativos, cessão de resseguro, aplicações financeiras e carga tributária. Se um deles sobe ou desce com mais força o resultado final é impactado, podendo melhorar ou piorar o balanço.
=
No caso, o aumento da sinistralidade tem impacto negativo. Mas não é só ele que interferiu no resultado dos balanços. As aplicações financeiras também estão rendendo menos, o que diminui a massa total de dinheiro para custear e remunerar a operação.
=
Como as tendências da criminalidade e da remuneração dos ativos financeiros são extremamente negativas, na medida em que o crime cresce e a rentabilidade das aplicações diminui, ainda que o Brasil atravessando um ano com alta taxa de crescimento econômico, não há a menor certeza de até o final do ano as seguradoras revertam o quadro do primeiro semestre e encerrem o exercício com lucro mais alto do que em 2009.